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Bolsa Família não pagava R$ 80: média era de cerca de R$ 190, e os R$ 600 de 2022 eram temporários

A alegação

“Bolsonaro aumentou o Bolsa Família de R$ 80 para R$ 600 com o Auxílio Brasil.”

Publicações em redes sociais, Lista viral de supostos feitos do governo Bolsonaro ·

A frase “Aumentou o Bolsa Família de R$ 80 para R$ 600” integra uma lista de 42 supostos feitos do governo Bolsonaro publicada no Instagram pelo influenciador Pablo Marçal em 7 de outubro de 2026, segundo a Agência Lupa. O perfil de Flávio Bolsonaro curtiu a publicação. Não encontramos registro de membro da família Bolsonaro afirmando o valor de R$ 80.

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Nosso veredito

Veredito: FALSO

A afirmação é falsa. O Bolsa Família não pagava R$ 80: o valor variava conforme a renda e a composição da família, e a média era de cerca de R$ 190 em 2021. Com o Auxílio Brasil, o governo Bolsonaro fixou um mínimo permanente de R$ 400. Os R$ 600 vieram de um acréscimo temporário de R$ 200, de agosto a dezembro de 2022, e o Orçamento de 2023 enviado pelo governo previa cerca de R$ 405.

O que significa “falso”?

Por RedaçãoPublicado em 5 min de leitura

Fachada da Central de Atendimento do Bolsa Família em Feira de Santana, com letreiro verde e carros em frente
Central de Atendimento do Bolsa Família em Feira de Santana (BA), em 2011. Placas de veículos desfocadas pela redação.Imagem: Andrevruas · CC BY 3.0 · fonte da imagem

Resumo dos fatos

É verdade

  • O Auxílio Brasil, criado no governo Bolsonaro em substituição ao Bolsa Família, elevou o benefício médio e, a partir de dezembro de 2021, garantiu um mínimo de R$ 400 por família, tornado permanente em maio de 2022.
  • De agosto a dezembro de 2022, as famílias do Auxílio Brasil receberam no mínimo R$ 600.

Não é verdade

  • O Bolsa Família não pagava R$ 80. O valor dependia da renda e da composição de cada família, e a média era de cerca de R$ 189 a R$ 191 por família em 2021.

Falta contexto

  • Os R$ 600 resultaram de um acréscimo extraordinário de R$ 200 previsto na Emenda Constitucional nº 123/2022, aprovada pelo Congresso com apoio do governo em ano eleitoral e válida só até 31 de dezembro de 2022.
  • A proposta de Orçamento de 2023 enviada pelo governo Bolsonaro previa Auxílio Brasil de cerca de R$ 405. O mínimo de R$ 600 foi mantido em 2023 com a PEC da Transição e incorporado ao novo Bolsa Família (Lei nº 14.601/2023).
  • Em 2022, o próprio Bolsonaro se referia ao valor anterior como “R$ 190 do Bolsa Família” e descrevia o aumento como uma passagem “de R$ 400 para R$ 600”.

O que está sendo afirmado

Uma lista com 42 supostos feitos do governo Jair Bolsonaro circulou nas redes em outubro de 2026. Segundo a Agência Lupa, ela foi publicada no Instagram pelo influenciador Pablo Marçal em 7 de outubro e acumulou 529 mil curtidas e mais de 140 mil compartilhamentos. O perfil de Flávio Bolsonaro (PL) curtiu a publicação. Um dos itens diz: “Aumentou o Bolsa Família de R$ 80 para R$ 600.”

Não encontramos registro de que Jair Bolsonaro ou outro membro da família tenha citado o valor de R$ 80. Em 2022, o próprio ex-presidente usava outro número: em gravação de outubro daquele ano, perguntou a uma eleitora o que ela não comprava “antes dos R$ 190 do Bolsa Família”.

O que mostram os documentos

O Bolsa Família não tinha valor fixo de R$ 80

O Bolsa Família não pagava um valor único. O benefício era a soma de parcelas definidas por decreto, de acordo com a renda e a composição da família. Desde julho de 2018, pelo Decreto nº 9.396/2018, assinado por Michel Temer, as regras eram estas:

  • benefício básico de R$ 89, só para famílias em extrema pobreza (renda de até R$ 89 por pessoa);
  • benefício variável de R$ 41 por criança, adolescente, gestante ou nutriz, até R$ 205 por família;
  • benefício de R$ 48 por adolescente de 16 e 17 anos na escola, até R$ 96;
  • complemento variável para tirar a família da extrema pobreza.

Esses valores ficaram em vigor durante quase todo o governo Bolsonaro. O texto compilado do decreto do programa mostra que só foram alterados em novembro de 2021, pelo Decreto nº 10.851/2021, às vésperas da troca de programa.

Na prática, a média ficava perto de R$ 190 por família. A Agência Câmara informou que o programa garantia em média R$ 191 mensais. A Agência Brasil citou cerca de R$ 189. Nenhuma das parcelas era de R$ 80, e o número também não corresponde à média.

O que o Auxílio Brasil mudou

A Lei nº 14.284/2021, resultado da Medida Provisória nº 1.061, de agosto de 2021, criou o Auxílio Brasil “em substituição ao Programa Bolsa Família”. A nova estrutura também variava conforme a família, com parcelas como R$ 130 por criança de até 3 anos e R$ 65 por integrante elegível. Em novembro de 2021, primeiro mês de pagamento, a média subiu para R$ 217,18, segundo a Agência Brasil.

Em dezembro de 2021, a MP nº 1.076/2021 criou um benefício extraordinário para completar o pagamento até R$ 400. Em maio de 2022, a Lei nº 14.342/2022 tornou esse complemento permanente. Esse foi o mínimo permanente aprovado no governo Bolsonaro: R$ 400.

Os R$ 600 tinham data para acabar

O salto para R$ 600 veio da Emenda Constitucional nº 123/2022, promulgada pelo Congresso em 14 de julho de 2022. Ela concedeu um acréscimo de R$ 200 por família “durante 5 (cinco) meses”, de 1º de agosto a 31 de dezembro de 2022. O texto reconheceu um estado de emergência, mecanismo usado, segundo a Agência Senado, para que os pagamentos não violassem a legislação eleitoral, que proíbe criar benefícios em ano de eleição.

O governo apoiou a medida. Em junho de 2022, Bolsonaro disse que, com a proposta em discussão, “nós passaremos o Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600”. Ou seja, o próprio ex-presidente descrevia o aumento como uma passagem de R$ 400, e não de R$ 80, para R$ 600.

A manutenção dos R$ 600 não estava garantida para depois de 2022. A proposta de Orçamento de 2023, enviada pelo governo em agosto de 2022, previa Auxílio Brasil de R$ 405. O secretário de Orçamento disse que manter os R$ 600 custaria pelo menos R$ 52 bilhões a mais.

O valor foi mantido em 2023 com a Emenda Constitucional nº 126/2022, a PEC da Transição, que ampliou em R$ 145 bilhões o limite de gastos de 2023. Segundo a Rádio Senado, metade desse valor foi reservada aos R$ 600 e ao adicional de R$ 150 por criança. Em junho de 2023, a Lei nº 14.601/2023 recriou o Bolsa Família com um benefício complementar que garante R$ 600 por família.

Cronologia

  • 1º de julho de 2018 — Começam a valer os valores do Decreto nº 9.396: benefício básico de R$ 89 e variável de R$ 41.
  • 9 de agosto de 2021 — Bolsonaro edita a MP nº 1.061, que cria o Auxílio Brasil.
  • 17 de novembro de 2021 — Começa o pagamento do Auxílio Brasil, com média de R$ 217,18.
  • 7 de dezembro de 2021 — A MP nº 1.076 cria o complemento até R$ 400.
  • 29 de dezembro de 2021 — Bolsonaro sanciona a Lei nº 14.284, que substitui o Bolsa Família pelo Auxílio Brasil.
  • 18 de maio de 2022 — A Lei nº 14.342 torna permanente o mínimo de R$ 400.
  • 14 de julho de 2022 — O Congresso promulga a EC 123, com acréscimo de R$ 200 de agosto a dezembro de 2022.
  • 31 de agosto de 2022 — O governo envia a proposta de Orçamento de 2023, com Auxílio Brasil de cerca de R$ 405.
  • 21 de dezembro de 2022 — O Congresso promulga a PEC da Transição, que garante recursos para os R$ 600 em 2023.
  • 19 de junho de 2023 — Lula sanciona a Lei nº 14.601, que recria o Bolsa Família com mínimo de R$ 600.

Por que o veredito é FALSO

O ponto central da frase é um aumento “de R$ 80 para R$ 600”, e o ponto de partida está errado. O Bolsa Família não pagava R$ 80: o valor variava por família, e a média era de cerca de R$ 190. Comparar R$ 80 a R$ 600 sugere que o benefício foi multiplicado por 7,5. Tomando a média de cerca de R$ 190, a multiplicação nominal é de pouco mais de 3 vezes, e só nos cinco meses em que vigorou o acréscimo temporário.

Há elementos verdadeiros. O governo Bolsonaro substituiu o Bolsa Família pelo Auxílio Brasil, elevou o valor médio e fixou um mínimo permanente de R$ 400. De agosto a dezembro de 2022, as famílias receberam ao menos R$ 600. Mas esse valor dependeu de uma emenda constitucional temporária, aprovada em ano eleitoral, e não constava do Orçamento de 2023 enviado pelo próprio governo. A Agência Lupa também classificou o item como falso.

Fontes (16)

Todas as fontes foram abertas e lidas pela redação. Links externos abrem o documento original.

  1. JornalismoAgência Lupa
    Lista viral de '42 realizações de Bolsonaro' inclui obras de outros governos e nome de rodovia que não existe (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A frase 'Aumentou o Bolsa Família de R$ 80 para R$ 600' integra lista de 42 supostos feitos do governo Bolsonaro publicada no Instagram pelo influenciador Pablo Marçal em 7 de outubro; a publicação tinha 529 mil curtidas e mais de 140 mil compartilhamentos.
    • O perfil de Flávio Bolsonaro curtiu a publicação, replicada por outros políticos e páginas.
    • A Lupa classificou o item como falso: o Bolsa Família pagava em média R$ 191 por família, e o aumento permanente do mínimo foi para R$ 400.
  2. Fonte primáriaPresidência da República (Planalto)
    Decreto nº 9.396, de 30 de maio de 2018 (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A partir de 1º de julho de 2018, o benefício básico do Bolsa Família passou a R$ 89, pago apenas a famílias em extrema pobreza.
    • O benefício variável era de R$ 41 por beneficiário (até R$ 205 por família) e o benefício vinculado ao adolescente, de R$ 48 (até R$ 96).
    • As linhas de pobreza e extrema pobreza eram de R$ 178 e R$ 89 per capita; havia ainda o benefício para superação da extrema pobreza, de valor variável.
    • O decreto foi assinado pelo então presidente Michel Temer.
  3. Fonte primáriaPresidência da República (Planalto)
    Decreto nº 5.209, de 17 de setembro de 2004 (texto compilado) (abre em nova aba)

    Acessado em

    • O decreto regulamentava o Bolsa Família; o texto compilado mostra que os valores fixados pelo Decreto 9.396/2018 só foram alterados pelo Decreto 10.851/2021.
    • O Decreto 10.851/2021 elevou o benefício básico para R$ 100 e o variável para R$ 49, pouco antes da substituição do programa pelo Auxílio Brasil.
    • O Decreto 5.209/2004 foi revogado pelo Decreto 10.852/2021.
  4. JornalismoAgência Câmara de Notícias (Câmara dos Deputados)
    Conheça o Auxílio Brasil e outras estratégias de redução da pobreza (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • O Bolsa Família, criado em 2003, garantia em média R$ 191 mensais por família.
    • No primeiro mês, o Auxílio Brasil atendeu cerca de 14,5 milhões de famílias, com benefício médio de R$ 224.
    • Em novembro de 2021, o mínimo de R$ 400 ainda dependia da aprovação da PEC dos Precatórios.
  5. JornalismoAgência Brasil (EBC)
    Agência Brasil explica: como vai funcionar o Auxílio Brasil (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • O valor médio do Bolsa Família era de cerca de R$ 189 e passou para R$ 217,18 no Auxílio Brasil, em novembro de 2021.
    • O pagamento mínimo de R$ 400 até dezembro de 2022, prometido por Bolsonaro, dependia da aprovação da PEC dos Precatórios.
    • O Bolsa Família atendia 14,6 milhões de famílias.
  6. Fonte primáriaPresidência da República (Planalto)
    Lei nº 14.284, de 29 de dezembro de 2021 (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A Lei 14.284/2021, conversão da Medida Provisória 1.061, de 9 de agosto de 2021, instituiu o Auxílio Brasil em substituição ao Bolsa Família e foi sancionada por Jair Bolsonaro.
    • A estrutura básica do Auxílio Brasil previa Benefício Primeira Infância (R$ 130 por criança de até 3 anos), Benefício Composição Familiar (R$ 65 por integrante elegível), Benefício de Superação da Extrema Pobreza e Benefício Compensatório de Transição.
    • A lei não fixava um valor único de R$ 600; o valor variava conforme a composição e a renda da família.
  7. Fonte primáriaPresidência da República (Planalto)
    Medida Provisória nº 1.076, de 7 de dezembro de 2021 (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A MP 1.076/2021, editada por Bolsonaro, criou o Benefício Extraordinário para completar o Auxílio Brasil até R$ 400 por família a partir de dezembro de 2021.
    • Na MP, o benefício não tinha caráter continuado e podia ser prorrogado de janeiro a dezembro de 2022.
  8. Fonte primáriaPresidência da República (Planalto)
    Lei nº 14.342, de 18 de maio de 2022 (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A Lei 14.342/2022, conversão da MP 1.076/2021 sancionada por Bolsonaro, tornou permanente o benefício extraordinário que garante R$ 400 por família no Auxílio Brasil.
    • O valor mínimo permanente definido em lei no governo Bolsonaro foi de R$ 400, não de R$ 600.
  9. Fonte primáriaPresidência da República (Planalto)
    Emenda Constitucional nº 123, de 14 de julho de 2022 (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A EC 123/2022, promulgada pelas Mesas da Câmara e do Senado, reconheceu estado de emergência em 2022 e concedeu acréscimo extraordinário de R$ 200 ao Auxílio Brasil.
    • O acréscimo valeu por cinco meses, de 1º de agosto a 31 de dezembro de 2022, com limite de R$ 26 bilhões.
  10. JornalismoAgência Senado
    Senado aprova PEC do estado de emergência (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A PEC aprovada pelo Senado em 30 de junho de 2022 previa acréscimo de R$ 200 no Auxílio Brasil (de R$ 400 para R$ 600), com custo de R$ 26 bilhões.
    • Todas as medidas tinham duração prevista até o fim de 2022.
    • O estado de emergência foi usado para que os pagamentos não violassem a legislação eleitoral, que proíbe criar benefícios em ano de eleição.
    • O líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), defendeu a proposta.
  11. JornalismoCorreio Braziliense
    Bolsonaro confirma aumento do Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600 (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • Em evento em Maceió, em 28 de junho de 2022, Bolsonaro disse que a PEC em discussão no Congresso elevaria o Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600.
    • O próprio Bolsonaro descreveu o aumento como passagem de R$ 400 para R$ 600.
  12. JornalismoAgência Senado
    Governo envia Orçamento de 2023 com salário mínimo de R$ 1.302 (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A proposta de Orçamento de 2023 enviada pelo governo Bolsonaro previa Auxílio Brasil de cerca de R$ 400 a R$ 405, e não de R$ 600.
    • Segundo o secretário Esteves Colnago, manter os R$ 600 exigiria pelo menos R$ 52 bilhões a mais, a serem identificados pelo Congresso.
  13. Fonte primáriaPresidência da República (Planalto)
    Emenda Constitucional nº 126, de 21 de dezembro de 2022 (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A EC 126/2022 (PEC da Transição) ampliou em R$ 145 bilhões o teto de gastos de 2023.
    • A emenda dispensou de limitações legais os atos de 2023 relativos ao Auxílio Brasil ou ao programa que viesse a substituí-lo.
  14. JornalismoRádio Senado
    Promulgada a PEC da Transição (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A PEC da Transição garantiu R$ 145 bilhões a mais no Orçamento de 2023, metade para o pagamento de R$ 600 do Auxílio Brasil e do adicional de R$ 150 por criança de até seis anos.
  15. Fonte primáriaPresidência da República (Planalto)
    Lei nº 14.601, de 19 de junho de 2023 (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • A Lei 14.601/2023, sancionada por Luiz Inácio Lula da Silva, recriou o Programa Bolsa Família e revogou dispositivos das leis do Auxílio Brasil.
    • A lei criou o Benefício Complementar, que garante R$ 600 por família, além do Benefício de Renda de Cidadania (R$ 142 por pessoa), do Benefício Primeira Infância (R$ 150 por criança de 0 a 6 anos) e do Benefício Variável Familiar (R$ 50).
  16. JornalismoAos Fatos
    Vídeo de Bolsonaro em supermercado mostra elogio ao Auxílio Brasil, não ao Bolsa Família (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • Em gravação de outubro de 2022, Bolsonaro se referiu ao valor anterior do programa como 'R$ 190 do Bolsa Família'.
    • O Bolsa Família foi pago até outubro de 2021; o valor médio subiu para R$ 217,18 em novembro de 2021 e para R$ 409,51 em maio de 2022, após o piso de R$ 400.

Como checamos

Lemos no site do Planalto os decretos que fixavam os valores do Bolsa Família (Decreto nº 9.396/2018 e texto compilado do Decreto nº 5.209/2004), as normas do Auxílio Brasil (Lei nº 14.284/2021, MP nº 1.076/2021 e Lei nº 14.342/2022), as Emendas Constitucionais nº 123/2022 e nº 126/2022 e a Lei nº 14.601/2023. Os valores médios vêm da Agência Câmara e da Agência Brasil; a proposta de Orçamento de 2023, da Agência Senado. A origem da frase foi documentada pela Agência Lupa. Os valores são nominais, sem correção pela inflação.

Limitações

Não consultamos diretamente as bases de dados do Ministério do Desenvolvimento Social; os valores médios do Bolsa Família (R$ 189 e R$ 191) vêm de reportagens de agências públicas que citam dados do governo. A publicação original no Instagram não foi acessada diretamente; sua data e autoria foram documentadas pela Agência Lupa.

Conheça a metodologia completa

Histórico desta checagem

  1. Publicação

    Versão original publicada após revisão editorial.

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