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Mentiras da famíliaBolsonaro — página inicial

Segurança públicaJustiça e violência policial

Flávio foi advogado do PM do caso Ana Clara no STJ em 2024, mas não há registro de que siga na defesa

A alegação

“Flávio Bolsonaro integra a defesa do PM Bruno Dias Delaroli, acusado de matar com um tiro de fuzil a menina Ana Clara Gomes Machado, de 5 anos.”

Reportagens e debates da eleição de 2026, Imprensa e cobertura da campanha presidencial ·

A atuação de Flávio foi revelada pelo ICL Notícias em 31 de março de 2026 e virou tema dos debates da Band (18/10) e da Globo (23/10). Em 22 de outubro, o Diario de Pernambuco publicou, no presente, que Flávio “é advogado de defesa do acusado”. Circulou também a versão de que Flávio teria negado integrar a defesa, sem registro documentado.

Ver o registro da alegação ↗ (abre em nova aba)

Nosso veredito

Veredito: PARCIALMENTE VERDADEIRO

O acórdão do STJ confirma que Flávio Bolsonaro, já senador, passou a constar como advogado do cabo Bruno Dias Delaroli em abril de 2024, na fase de recurso contra o júri. Não há registro de que Flávio tenha negado essa atuação: nos debates, ele defendeu o direito de advogar e disse confiar na inocência do policial. A afirmação no presente, porém, vai além dos documentos: o habeas corpus de outubro de 2024 foi apresentado sem o nome dele, e não localizamos prova de que continue na defesa.

O que significa “parcialmente verdadeiro”?

Por RedaçãoPublicado em 5 min de leitura

Fachada do edifício-sede do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, vista do alto em fim de tarde
Sede do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, onde a defesa do PM recorreu contra o júri em 2024.Imagem: Max Rocha/STJ (conta STJNoticias) · CC BY 4.0 · fonte da imagem

Resumo dos fatos

É verdade

  • O inteiro teor do acórdão do STJ no AgRg no AREsp 2.240.835/RJ lista “FLAVIO NANTES BOLSONARO - DF067599” em primeiro lugar entre os cinco advogados do policial, em peças assinadas em abril de 2024.
  • Flávio não negou a atuação nas falas documentadas: no debate da Band, disse a Lula que ele não podia “criminalizar a advocacia”; no da Globo, afirmou confiar que “não foi esse policial”.

Falta contexto

  • O nome de Flávio não aparece nas certidões das sessões de 12 de março e 9 de abril de 2024, quando a Quinta Turma rejeitou o recurso por 3 a 2, nem na página do acórdão assinada em 10 de abril; surge nas peças assinadas a partir de 26 de abril. Segundo O Globo, citado pelo Brasil 247, ele entrou no caso em 10 de abril.
  • Não há prova de que Flávio integre a defesa hoje: segundo a Folhapress, o habeas corpus levado ao STJ em outubro de 2024 já não trazia seu nome. Não tivemos acesso aos autos da ação penal em Niterói.
  • Não há evidência de que o adiamento do júri para 5 de maio de 2027 resulte de recurso de Flávio: a nova data foi definida no fim de agosto de 2026, segundo a Agência Pública, e a defesa diz não ter pedido adiamento.
  • O cabo é réu e não foi julgado; ele nega ter atingido a menina e afirma ter atirado contra criminosos armados. A acusação sustenta que não houve confronto.

O que está sendo afirmado

Desde que o caso Ana Clara entrou na campanha presidencial, circula a afirmação de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) “integra a defesa” do cabo da Polícia Militar Bruno Dias Delaroli, réu acusado de matar a menina de 5 anos com um tiro de fuzil. Em 22 de outubro de 2026, o Diario de Pernambuco publicou, no presente, que Flávio “é advogado de defesa do acusado” e atribuiu o adiamento do júri a um recurso do senador, sem indicar a fonte.

Também circulou a versão de que Flávio teria negado fazer parte da defesa. Não encontramos registro dessa negativa. Nas falas documentadas, ele não contestou a atuação: no debate da Band, em 18 de outubro, respondeu a Lula que “você não pode criminalizar a advocacia” e que “nem teve julgamento”, segundo o Metrópoles. No debate da Globo, em 23 de outubro, disse: “Eu tenho a confiança que não foi esse policial, ele sequer foi julgado ainda”, conforme o Metrópoles e o Poder360.

O que mostram os documentos

O registro mais direto é o inteiro teor do acórdão do Superior Tribunal de Justiça no agravo regimental no Agravo em Recurso Especial nº 2.240.835/RJ. Nele, a defesa do policial tentava levar ao STJ o recurso contra a decisão que o mandou a júri popular. Em 9 de abril de 2024, a Quinta Turma negou o pedido por 3 votos a 2, por uma questão processual: a defesa não havia contestado todos os fundamentos usados pelo Tribunal de Justiça do Rio para barrar o recurso. Os ministros Messod Azulay Neto e Daniela Teixeira ficaram vencidos.

No cabeçalho do relatório e do voto, assinados em 26 de abril de 2024, aparece “FLAVIO NANTES BOLSONARO - DF067599” em primeiro lugar entre os cinco advogados do réu. Os outros quatro têm inscrição no Rio, entre eles Paulo Márcio Ennes Klein. A inscrição DF 67.599 é da seccional do Distrito Federal da OAB; segundo o ICL Notícias, que revelou o caso em março de 2026, Flávio tem inscrição original no Rio e obteve a suplementar no DF em abril de 2021.

O mesmo documento traz um detalhe de datas. As certidões das sessões de 12 de março e 9 de abril de 2024 e a página do acórdão assinada em 10 de abril listam só os quatro advogados do Rio, sem Flávio. O nome dele passa a aparecer nas peças assinadas a partir de 26 de abril. Isso é compatível com a informação de O Globo, citada pelo Brasil 247, de que o senador entrou formalmente no caso em 10 de abril de 2024, um dia depois do julgamento, a convite de Klein e sem cobrar honorários.

Segundo a Folhapress, o acórdão não informa se o senador assinou peças. A mesma reportagem diz que o novo habeas corpus que a defesa levou ao STJ em outubro de 2024 já não trazia o nome de Flávio. Klein afirmou à Folha que convidou o senador quando o caso chegou ao STJ e que a defesa não praticou ato para adiar o processo; depois, pediu que a nota não fosse publicada. A assessoria de Flávio não respondeu à Folha nem ao ICL.

O caso e a situação do processo

Ana Clara Gomes Machado, de 5 anos, morreu em 2 de fevereiro de 2021 depois de ser atingida por um tiro enquanto brincava na porta de casa, na comunidade do Monan Pequeno, em Niterói (RJ). Segundo o Ministério Público do Rio, o disparo partiu do fuzil do cabo Delaroli, que teria atirado em direção a uma área residencial; a investigação encontrou vestígios de munição calibre 7,62, compatível com a arma do policial, e nenhum estojo de pistola, de acordo com o Metrópoles. O policial nega que o tiro tenha partido de sua arma e diz ter reagido a criminosos armados.

O cabo foi pronunciado — isto é, mandado a júri — por homicídio qualificado. O Tribunal de Justiça do Rio manteve a decisão, os recursos ao STJ e ao STF foram rejeitados e a pronúncia tornou-se definitiva em agosto de 2025, segundo a Folhapress. Ele responde em liberdade, sob medidas cautelares, desde novembro de 2021. Como não houve julgamento, vale a presunção de inocência.

O júri chegou a ser marcado para 14 de abril e depois para 21 de outubro de 2026. Segundo a Agência Pública, no fim de agosto ele foi reagendado para 5 de maio de 2027; a família foi informada de que a juíza teria outro compromisso. Não há evidência pública de que a mudança tenha decorrido de recurso de Flávio.

Cronologia

  • 2 de fevereiro de 2021 — Ana Clara é baleada e morre em Niterói.
  • Novembro de 2021 — A 3ª Vara Criminal de Niterói manda o cabo a júri e revoga a prisão preventiva.
  • Março de 2022 — O Tribunal de Justiça do Rio mantém a pronúncia.
  • 9 de abril de 2024 — A Quinta Turma do STJ rejeita o recurso da defesa por 3 a 2.
  • 10 de abril de 2024 — Segundo O Globo, Flávio entra formalmente na defesa.
  • 26 de abril de 2024 — Peças do STJ assinadas nesta data já listam Flávio entre os advogados.
  • Outubro de 2024 — Novo habeas corpus chega ao STJ sem o nome de Flávio.
  • Abril a agosto de 2025 — STJ e STF rejeitam novos recursos; a pronúncia se torna definitiva.
  • Fim de agosto de 2026 — Júri é remarcado para 5 de maio de 2027.
  • 18 e 23 de outubro de 2026 — Lula cobra Flávio sobre o caso nos debates da Band e da Globo.

Por que o veredito é parcialmente verdadeiro

A parte central da afirmação tem respaldo em documento oficial: Flávio Bolsonaro, já senador, foi inscrito como advogado do policial no STJ em abril de 2024. Também não há registro de que ele tenha negado esse papel; suas respostas públicas defendem o exercício da advocacia e a inocência do réu.

Mas a afirmação no presente — “integra a defesa” — não é sustentada pelos documentos disponíveis. O nome de Flávio não consta do habeas corpus de outubro de 2024, e não há registro público de que ele siga atuando na ação penal que vai a júri em 2027. Também não há prova de que tenha sido responsável pelo adiamento do julgamento. Por isso, a afirmação é parcialmente verdadeira.

Fontes (9)

Todas as fontes foram abertas e lidas pela redação. Links externos abrem o documento original.

  1. Fonte primáriaSuperior Tribunal de Justiça (STJ)
    AgRg no Agravo em Recurso Especial nº 2.240.835 - RJ (2022/0346198-1) — inteiro teor do acórdão (abre em nova aba)

    Acessado em

    • A Quinta Turma do STJ, por maioria (3 votos a 2), negou provimento ao agravo regimental da defesa do PM em 9 de abril de 2024, por falta de impugnação específica (Súmula 182/STJ), sem examinar o mérito.
    • Os ministros Messod Azulay Neto (voto-vista) e Daniela Teixeira ficaram vencidos; o voto-vista propunha despronunciar o acusado.
    • No cabeçalho do relatório e do voto (assinados em 26 de abril de 2024) e do voto-vista, 'FLAVIO NANTES BOLSONARO - DF067599' aparece em primeiro lugar entre os cinco advogados do agravante.
    • As certidões de julgamento de 12 de março e 9 de abril de 2024 e a página do acórdão assinada em 10 de abril de 2024 listam quatro advogados, sem o nome de Flávio Bolsonaro.
    • O acusado foi pronunciado pela 3ª Vara Criminal de Niterói pelo art. 121, §2º, IV, e §4º, parte final, c/c art. 61, II, 'g', do Código Penal; o TJRJ manteve a pronúncia e rejeitou a preliminar de quebra da cadeia de custódia.
    • O voto-vista registra que nenhuma testemunha presenciou o momento dos disparos e que o perito afirmou não conseguir dizer se a perfuração de um muro foi causada por projétil de fuzil.
  2. JornalismoFolhapress, republicado por Notícias ao Minuto Brasil
    Flávio Bolsonaro advogou para PM acusado de matar menina de 5 anos no Rio (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • Flávio Nantes Bolsonaro aparece em primeiro lugar entre cinco advogados listados no acórdão do STJ de abril de 2024, com inscrição na OAB do Distrito Federal; o acórdão não informa se o senador assinou peças do processo.
    • Em outubro de 2024, um novo habeas corpus da defesa chegou ao STJ sem o nome de Flávio entre os advogados.
    • Cronologia: pronúncia pela 3ª Vara Criminal de Niterói em novembro de 2021 (com revogação da prisão preventiva); TJ-RJ manteve o júri em março de 2022; STJ rejeitou o recurso em abril de 2024 e o novo HC em abril de 2025; STF negou recurso em junho de 2025; trânsito em julgado da pronúncia em agosto de 2025.
    • O cabo Bruno Dias Delaroli, do 12º BPM, é acusado de homicídio qualificado; nega que o tiro tenha partido de sua arma.
    • O advogado Paulo Klein disse ter convidado Flávio para integrar a defesa quando o caso chegou ao STJ e afirmou que a defesa não adotou ato para adiar o processo; depois pediu que a nota não fosse publicada.
    • No debate da Band, Flávio respondeu: 'Você não pode criminalizar a advocacia, Lula. Nem teve julgamento e você já condenou o cara.'
    • A assessoria de Flávio foi procurada e não respondeu até a publicação.
  3. JornalismoICL Notícias
    Flávio Bolsonaro atuou na defesa de PM acusado de matar menina de 5 anos (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • Reportagem que revelou, em março de 2026, a atuação de Flávio Bolsonaro na defesa do cabo Bruno Dias Delaroli no STJ, ao lado de advogados dos escritórios Paulo Klein Advogados e Giusto e Klein Advocacia.
    • Segundo a reportagem, Flávio tem inscrição original na OAB do Rio de Janeiro e obteve inscrição suplementar na OAB do Distrito Federal em abril de 2021.
    • Segundo o Ministério Público, o policial disparou em direção a uma área residencial e de lazer, e os estojos encontrados no local eram compatíveis com a munição dele; o PM afirma ter reagido a ataque de traficantes armados.
    • Flávio Bolsonaro e o escritório Giusto e Klein não retornaram os contatos da reportagem; o escritório Paulo Klein Advogados disse que não se pronunciaria.
  4. JornalismoAgência Pública
    Silêncio de Flávio sobre Ana Clara “foi desesperador”, diz a mãe da menina (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • O júri do PM estava inicialmente marcado para 14 de abril de 2026 e foi adiado para 21 de outubro de 2026.
    • No fim de agosto de 2026, o julgamento foi reagendado para 5 de maio de 2027; segundo a mãe da vítima, foi informado que a juíza teria outro compromisso na data.
    • Em 2024, já senador, Flávio assumiu a defesa do PM e assinou um recurso ao STJ para tentar reverter a decisão que mandou o caso a júri popular; o pedido foi negado.
  5. JornalismoMetrópoles
    Ana Clara: entenda caso citado por Lula a Flávio sobre menina morta por PM (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • No debate da Band de 18 de outubro de 2026, Lula perguntou a Flávio por que, como senador, interferiu no caso do policial; Flávio não respondeu diretamente e disse: 'Você não pode criminalizar a advocacia, Lula. Nem teve julgamento, você já condenou o cara'.
    • Ana Clara Gomes, de 5 anos, morreu em 2 de fevereiro de 2021, na comunidade do Monan Pequeno, em Niterói (RJ), atingida durante ação policial enquanto brincava na porta de casa.
    • Segundo o MPRJ, o tiro partiu do fuzil do cabo Bruno Dias Delaroli; a defesa alegou confronto armado; a investigação encontrou apenas vestígios de munição calibre 7,62, compatível com o fuzil do policial, e nenhum estojo de pistola.
    • O policial responde em liberdade, sob medidas cautelares, desde novembro de 2021.
  6. JornalismoMetrópoles
    Flávio diz acreditar na inocência de policial acusado de matar Ana Clara (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • No debate da TV Globo de 23 de outubro de 2026, Flávio Bolsonaro disse: 'Eu quero ajudar a senhora, inclusive, a saber quem foi o autor desse disparo, porque eu tenho a confiança que não foi esse policial, ele sequer foi julgado ainda'.
    • Flávio classificou o caso como uma 'tragédia' e disse que ocorreu durante uma 'troca de tiros'.
    • Na resposta, Flávio não negou ter atuado na defesa do policial.
  7. JornalismoPoder360
    Lula cita mãe de Ana Clara na plateia e questiona Flávio sobre caso (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • No debate da TV Globo de 23 de outubro de 2026, Lula perguntou: 'Por que um senador da República evita que um policial assassino, que era para ser julgado agora dia 21, não fosse julgado?'.
    • Flávio respondeu que a morte ocorreu durante troca de tiros em comunidade com tráfico, que o policial ainda não foi julgado e disse: 'Eu tenho a confiança que não foi esse policial'.
    • No debate da Band (18 de outubro), segundo o Poder360, Flávio respondeu que o exercício da advocacia não poderia ser criminalizado e que o acusado ainda não havia sido julgado.
  8. JornalismoDiario de Pernambuco
    Caso Ana Clara: julgamento de PM adiado para 2027; Flávio é advogado de defesa do acusado (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • Exemplo de publicação que afirma, no presente, que Flávio 'é advogado de defesa do acusado'.
    • O texto atribui o adiamento do júri a um 'recurso do senador', sem indicar a fonte dessa informação, e registra também a versão, relatada pela mãe da vítima à Agência Pública, de que a juíza teria outro compromisso.
  9. JornalismoBrasil 247
    De Queiroz ao STJ: como Flávio Bolsonaro chegou à defesa de PM réu por matar Ana Clara (abre em nova aba)

    Publicado em · Acessado em

    • Citando reportagem do jornal O Globo, o site informa que Flávio entrou formalmente na defesa em 10 de abril de 2024, um dia depois de a Quinta Turma do STJ rejeitar o recurso por 3 votos a 2, a convite do advogado Paulo Márcio Ennes Klein, sem cobrar honorários.
    • Segundo o site, o habeas corpus apresentado pela defesa em outubro de 2024 foi protocolado sem a assinatura de Flávio Bolsonaro.

Como checamos

Lemos o inteiro teor do acórdão do STJ no AgRg no AREsp 2.240.835/RJ, obtido no sistema de jurisprudência do tribunal, e comparamos a lista de advogados em cada peça com a data de assinatura eletrônica. Confrontamos o documento com reportagens do ICL Notícias, da Folhapress, da Agência Pública, do Metrópoles, do Poder360, do Diario de Pernambuco e do Brasil 247, e reunimos as falas de Flávio sobre o caso nos debates de 18 e 23 de outubro de 2026. Procuramos registro de negativa de Flávio sobre sua atuação e não encontramos.

Limitações

As certidões do STJ indicam que o processo tramita em segredo de justiça; não vimos petições, procuração ou substabelecimento, nem os autos da ação penal no Tribunal de Justiça do Rio. Não foi possível confirmar no Cadastro Nacional dos Advogados a situação atual da inscrição de Flávio. A data de entrada no caso (10 de abril de 2024) vem de reportagem de O Globo citada pelo Brasil 247; não lemos o texto original. A Folhapress relata que o acórdão não informa se Flávio assinou peças.

Conheça a metodologia completa

Histórico desta checagem

  1. Publicação

    Versão original publicada após revisão editorial.

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